domingo, 26 de setembro de 2010

A escuridão de um sono sem fim.

Quanto tempo será que eu demorei ?
Para levantar desse sono profundo?
O sono dos afogados?
O sono dos sem futuro.

Quando eu conseguir respirar fundo
E todo meu pulmão se encher de ar
Começarei a cronometrar
A minha fugida desse mundo

Saindo por aquela porta
Só o que vi foi escuridão
Será que foram dos meus pensamentos
Ou do meu coração?

E foi a última vez
Que me vi desacordar de tudo.
O que mais me impressiona
Foi o quanto eu fui fregês.


Nota de hoje: "Jack esqueleto vem todo de preto"

Nenhum comentário:

Postar um comentário